Setor de combustíveis e lubrificantes | Categoria aprova proposta de retorno às mesas de negociação
Os trabalhadores do setor de distribuição de combustíveis e lubrificantes aprovaram o pedido de retorno às mesas de negociação, em assembleias realizadas entre os dias 2 e 6 de fevereiro, para discussão da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026. A deliberação das bases confirma a posição já manifestada pelos sindicatos durante a segunda rodada de negociações, realizada em 29 de janeiro, em Campinas (SP), quando a proposta patronal foi rejeitada em mesa.
Após a decisão, as entidades que compõem a bancada laboral (entre elas o SITRAMICO-RJ, a FETRAMICO e a FEPETROL) comunicaram formalmente ao Sindicom e reafirmaram a disponibilidade para retomar o processo negocial. No documento encaminhado às companhias, os sindicatos destacam que o segmento de distribuição de combustíveis e lubrificantes apresentou desempenho econômico significativamente superior ao histórico recente, com margens de EBITDA em patamares recordes e aumento da previsibilidade de receitas
As entidades sindicais ressaltam ainda que medidas governamentais recentes, como o combate à concorrência desleal, o fortalecimento da fiscalização e a melhoria do ambiente regulatório, criaram um cenário de estabilidade e valorização do setor. Diante desse contexto, os sindicatos defendem que existem condições para avanços reais nas cláusulas econômicas e sociais das Normas Coletivas de Trabalho 2026, em coerência com os princípios de responsabilidade social e valorização da força de trabalho assumidos pelas próprias empresas em seus códigos de ética e conduta
Próximos passos
Neste momento, os sindicatos aguardam a resposta do Sindicom quanto à convocação de uma nova rodada de negociações. A expectativa é que o diálogo seja retomado de forma célere e construtiva, com a definição da terceira rodada ainda na próxima semana, para que seja possível avançar nos pontos pendentes e garantir uma convenção coletiva condizente com a importância estratégica dos trabalhadores para o setor.
Não fique só, fique sócio! Filie-se ao SITRAMICO-RJ e apoie a nossa luta!
Recesso de Carnaval: Fique atento!
O SITRAMICO-RJ comunica que entrará em recesso de carnaval no período de 16/02 a 23/02/2026, com escala de funcionamento diferenciada, conforme descrito abaixo:
- Sede – Centro (Rio de Janeiro): Funcionará normalmente até o dia 12/02 e retornará às atividades normais em 23/02/2026.
- Subsede – Duque de Caxias: Funcionará normalmente até o dia 13/02 e retornará às atividades normais em 24/02/2026.
A diretoria orienta que as trabalhadoras e os trabalhadores fiquem atentos aos prazos e programem o atendimento de suas demandas antes do período de recesso.
A Diretoria
Edital de Convocação | Aeroprest: ACT 2026
O Sindicato dos Trabalhadores no Comercio de Minérios e Derivados de Petróleo do Estado do Rio de Janeiro (SITRAMICO-RJ), representado pelo Presidente da entidade, Sr. Ubiraci Pinho, na forma das disposições legais e estatutárias, convoca todos os integrantes da categoria profissional, empregados que trabalham na Empresa AEROPREST COMBUSTIVEIS DE AVIACAO LTDA, sócios e não sócios do SITRAMICO-RJ, para a Assembleia Geral Extraordinária para deliberarem sobre a seguinte Ordem do dia:
a) Continuidade da assembleia iniciada no dia 2/2/2026 para deliberação da proposta da empresa para o ACT 2026
DIA, HORA E LOCAL
- Data: 4/02/2026 (quarta-feira)
- Horário: 10h
- Link: https://meet.google.com/mwr-auce-knv
Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 2026
Ubiraci Pinho – Presidente
Edital de Convocação| Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes: CCT 2026
O Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do Estado do Rio de Janeiro (SITRAMICO-RJ), representado por seu Presidente, Sr. Ubiraci Pinho, na forma das disposições legais e estatutárias, convoca todos os integrantes das empresas distribuidoras de combustíveis e lubrificantes, , sócios e não sócios do SITRAMICO-RJ, para participarem das Assembleias Gerais, a serem realizadas com a seguinte ordem do diaa:
a) Deliberação sobre a continuidade do processo negocial da Convenção Coletiva 2026 com o sindicato patronal (SINDICOM), em mesa de negociação.
DIA, HORA E LOCAL
As Assembleias serão realizadas no dia 05/02/2026, em Duque de Caxias, nos seguintes locais e horários: às 6h, na Iconic (Av. Fabor, 3501 – Campos Elíseos); às 8h, na Vibra (GEI) (Av. Fabor, s/n – Campos Elíseos), na Neolub Caxias (Av. Fabor, 2697 – Campos Elíseos) e na Cosan (Av. Fabor, nº 2989 – Vila Actura); às 9h, na Vibra (DERIO) (Av. Fabor, nº 3200 – Campos Elíseos); às 10h, na Tobras (Rua Miguel de Cervantes, 215, sala 208 – Vila Actura), na Manguinhos (Av. Monroe, 515 – Vila Actura) e na Vibra (BADUC) (Washington Luiz, 680 – Campos Elíseos); às 10h30, na Direcional (Av. Monroe, nº 321) e na Ipiranga (Av. Presidente Antônio Carlos, 600 – Campos Elíseos); às 11h, na Raízen 1 (Washington Luiz, 3205 – Chácaras Rio-Petrópolis), na Raízen 2 (Av. Presidente Antônio Carlos, 600 – Campos Elíseos), na SP (Av. Presidente Antônio Carlos, nº 600 – Caxias), na Alesat (Av. Monroe, 810 – Campos Elíseos – Vila Actura), na Terrana, na Total Energia e na Ruff (todas na Rua Miguel de Cervantes, nº 215 – Vila Actura); e às 11h30, na Minuano (Rua Tadeu Kosciusko, nº 365 – Campos Elíseos).
No dia 06/02/2026, na Ilha do Governador e Centro do Rio de Janeiro, ocorrerão às 8h na Neolubes (Intendente Bittencourt, 2020 – Ribeira), às 9h na Cosan/Moove (Rua Campo da Ribeira, 51 – Ribeira), às 11h no Aeroporto do Galeão (Av. 20 de Janeiro, s/n – Ilha do Governador), na Iconic (Monsenhor Manuel Gomes, 140 – São Cristóvão) e na Ipiranga – Matriz (Av. República do Chile, 330 – Ed. Ventura Corporate Towers, Torre Oeste, 28º/30º andar – Centro), e às 12h na Vibra (Lubrax) (Rua Correia Vasques, 250 – Cidade Nova).
Rio de Janeiro, 1 de fevereiro de 2026
Ubiraci Pinho – Presidente
Setor de Combustíveis e Lubrificantes: O Brasil contra o arrocho!
Nos dias 28 e 29 de janeiro, em Campinas/SP, foi realizada a segunda rodada de negociações salariais para as Normas Coletivas de Trabalho de 2026 da categoria dos distribuidores de combustíveis e lubrificantes.
Nesta nova rodada, os sindicatos laborais conseguiram retirar, ainda durante as negociações, quase todos os itens apresentados na pauta patronal, que propunha alterações prejudiciais em cláusulas como periculosidade, vale-refeição, auxílio funeral, entre outras. No entanto, as companhias mantiveram como condicionante um ponto central da agenda patronal: o trabalho externo sem controle de jornada.
Trabalho externo sem controle de jornada: um grande impasse da negociação
Ao tentar eliminar o registro de horas trabalhadas, as empresas buscam legalizar jornadas extensas, dificultar o pagamento de horas extras e intensificar a exploração do trabalho. Isso significa, na prática, jornadas mais longas sem registro, dificuldade de comprovação de horas extras, redução do pagamento de adicionais, intensificação da cobrança por metas e resultados, aumento da sobrecarga física e mental e maior risco de adoecimento e de acidentes de trabalho.
A proposta apresentada pelas empresas confirma uma estratégia já conhecida: usar a data-base para impor arrocho salarial, limitar direitos e dividir os trabalhadores. Ao fim da rodada, as empresas mantiveram a proposta de reajuste limitada a 3,9% (INPC) e além de abono de R$ 4.156, ambos limitados ao teto de R$ 12.485,44 no salário-base.
Contraproposta laboral
Diante desse cenário, os sindicatos apresentaram uma contraproposta clara: reajuste de 8%, sem a imposição de teto, abono de R$ 5.250,00 e manutenção dos demais itens da pauta dos trabalhadores.
A disputa em torno das normas coletivas de 2026 vai além do índice de reajuste: trata-se da defesa dos direitos históricos, da valorização do trabalho e da unidade da categoria. Os sindicatos seguem na luta por uma nova rodada!
Quem dá a palavra final sobre a campanha salarial são os trabalhadores! Os sindicatos de todo o Brasil realizarão assembleias entre os dias 2 e 6 de fevereiro.
Fiquem atentos aos nossos comunicados! Essa é uma campanha salarial histórica!
GLP Supergasbras: sindicato cobra respostas e avanços nas demandas dos trabalhadores
O SITRAMICO-RJ esteve reunido, no último dia 22/1, com representantes da Supergasbras para tratar de uma série de reivindicações apresentadas pelos trabalhadores. A reunião ocorre em um contexto de crescente insatisfação com práticas que impactam salários, benefícios e condições de trabalho, exigindo atenção redobrada do sindicato e da categoria para garantir o cumprimento de direitos e avanços nas relações laborais.
Principais pontos discutidos na reunião:
1) Auxílio Filho Excepcional: O sindicato cobrou esclarecimentos sobre casos de negativa do benefício. A empresa solicitou prazo adicional para aprofundar a análise das situações apresentadas. O SITRAMICO-RJ seguirá acompanhando os casos e cobrando providências concretas.
2) Hospedagem – qualidade dos hotéis: A Supergasbras informou que realizou pesquisa nos hotéis cadastrados e afirmou não ter identificado irregularidades que justifiquem descredenciamento. O sindicato, no entanto, mantém a demanda em acompanhamento, considerando os relatos dos trabalhadores.
3) Diferença salarial – Operadores de Estação Armazenadora: A empresa ainda não apresentou retorno sobre a reivindicação. Foi solicitado novo prazo de 30 dias para apuração da média salarial. O SITRAMICO-RJ reforçou a necessidade de transparência e correção de eventuais distorções salariais.
4) Equiparação salarial – mecânicos: A empresa informou que realizará o ajuste salarial de quatro mecânicos antigos, equiparando seus salários aos dos recém-contratados. A correção será aplicada a partir da folha de pagamento de fevereiro, representando um avanço parcial da pauta apresentada pelo sindicato.
5) Assistentes de operações – mudança de função sem reajuste: A Supergasbras solicitou novo prazo para apuração dos casos relatados. O sindicato destacou que mudanças de função sem a devida valorização salarial configuram precarização das relações de trabalho e exigem resposta imediata.
6) Distribuição – comissão de vendas: O SITRAMICO-RJ denunciou que o modelo atual de comissão penaliza os trabalhadores, mesmo quando há alto desempenho. O sindicato reivindicou o retorno ao modelo proporcional de comissão, baseado nas vendas por equipe, e aguarda posicionamento da empresa.
7) Distribuição – folgas aos sábados: O sindicato apontou a desigualdade entre as equipes VDE e VDI, que realizam as mesmas atividades, mas possuem regimes distintos de folgas. Foi solicitada a extensão da jornada espanhola (sábado sim, sábado não) à equipe VDI, garantindo isonomia de direitos. A demanda segue em análise pela empresa.
8) Prêmio de produção – valor congelado: O prêmio de produção, praticado há mais de 20 anos, permanece fixado em R$ 25,00. A empresa informou que dificilmente haverá reajuste e estuda a possibilidade de indenização. O sindicato avalia que a manutenção do valor por tanto tempo representa desvalorização do trabalho e perda de poder de compra.
Sindicato segue cobrando respostas
O SITRAMICO-RJ reafirma que continuará acompanhando cada um dos pontos discutidos, cobrando respostas efetivas da empresa e defendendo a valorização dos trabalhadores da Supergasbras. Assim como na campanha salarial do setor, o sindicato destaca que a unidade e a mobilização da categoria são fundamentais para garantir direitos, combater injustiças e avançar nas conquistas coletivas.
Não fique só, fique sócio!
A Diretoria
Edital de Convocação | Aeroprest: ACT 2026
O Sindicato dos Trabalhadores no Comercio de Minérios e Derivados de Petróleo do Estado do Rio de Janeiro (SITRAMICO-RJ), representado pelo Presidente da entidade, Sr. Ubiraci Pinho, na forma das disposições legais e estatutárias, convoca todos os integrantes da categoria profissional, empregados que trabalham na Empresa AEROPREST COMBUSTIVEIS DE AVIACAO LTDA, sócios e não sócios do SITRAMICO-RJ, para a Assembleia Geral Extraordinária para deliberarem sobre a seguinte Ordem do dia:
a) Deliberação da proposta para o ACT 2026: alteração da vigência do acordo para 1 ano; reajuste salarial de 4,5% (IPCA) sobre os salários vigentes em 31/12/2025; pisos salariais fixados por função, com destaque para o auxiliar de operador de abastecimento, a partir de R$ 1.742,52, e para os operadores de abastecimento nos níveis I e II, com valores progressivos acrescidos do adicional de periculosidade; criação de mais um nível de Operador de Abastecimento (nível III); concessão de cesta básica/auxílio alimentação no valor de R$ 395,74 mensais; vale-refeição no valor de R$ 38,02 por dia trabalhado; além da proposta de alteração nas regras dos benefícios (plano de saúde e seguro).
DIA, HORA E LINK
- Data: 2/02/2026 (segunda-feira)
- Horário: 10h
- Link: https://meet.google.com/mwr-auce-knv
Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 2026
Ubiraci Pinho – Presidente
Setor de Combustíveis e Lubrificantes: Nova rodada de negociações salariais será realizada nos dias 28 e 29 de janeiro, em SP
A campanha salarial dos trabalhadores do setor de distribuição de combustíveis e lubrificantes entra em uma nova etapa, com a realização de novas rodadas de negociação nos dias 28 e 29 de janeiro. O processo ocorre em meio a impasses e propostas patronais que colocam em risco direitos históricos da categoria, exigindo atenção redobrada dos trabalhadores e das entidades sindicais para temas centrais da pauta.
A primeira rodada de negociações
O encontro realizado nos dias 13 e 14 de janeiro, no Rio de Janeiro, reuniu sindicatos laborais de todo o país e representantes do SINDICOM, sindicato patronal. Na ocasião, as empresas apresentaram uma contraproposta considerada rebaixada pelas entidades sindicais, limitada ao INPC do período (3,90%) e sem atualização do teto de reajuste, mantido no patamar de 2025. Além disso, o patronal não apresentou proposta de abono e incluiu pontos que ameaçam direitos históricos da categoria, o que levou os sindicatos a rejeitarem a proposta e a exigirem a continuidade das negociações em âmbito nacional.
A negociação coletiva de 2026 mobiliza sindicatos de todo o país e envolve uma pauta marcada pela defesa da negociação coletiva e pela preservação de direitos consolidados. A avaliação das entidades sindicais é de que a estratégia patronal busca fragmentar a categoria, reduzir o alcance dos reajustes e enfraquecer o papel dos sindicatos na mediação das relações de trabalho.
Entre os principais pontos de atenção da campanha salarial, destacam-se as lutas:
1) Pelo fim do teto de reajuste salarial: Os sindicatos denunciam a prática patronal de impor tetos artificiais aos reajustes, restringindo o número de trabalhadores beneficiados pelas conquistas coletivas. Essa estratégia visa dividir a categoria e esvaziar a Convenção Coletiva, ao estimular negociações individuais, inclusive com trabalhadores que não se enquadram na figura legal do hipersuficiente. Apesar disso, as entidades reforçam que todos os direitos da CCT permanecem válidos para toda a categoria.
2) Pela apresentação de proposta de abono salarial digna: Na primeira rodada de negociação, o patronal não apresentou proposta de abono, reivindicado pelos trabalhadores como mecanismo de recomposição das perdas acumuladas. Para os sindicatos, o abono tem caráter indenizatório e sua negativa representa a transferência do custo das perdas inflacionárias para os trabalhadores, aprofundando desigualdades salariais.
3) Contra mudanças danosas na cláusula de periculosidade: Outro ponto crítico é a proposta patronal de restringir o pagamento do adicional de periculosidade apenas aos casos estritamente previstos na legislação, descartando o critério territorial atualmente garantido nas normas coletivas. As entidades alertam que essa mudança representa a supressão de um direito coletivo e um risco direto à saúde e à vida dos trabalhadores, especialmente em um setor que lida com atividades de alto risco.
4) Contra a flexibilização de benefícios e o enfraquecimento das convenções e dos acordos coletivos em todo o Brasil: Os sindicatos também criticam a proposta de adoção de “benefícios flexíveis”, que transfere a definição dos benefícios para negociações individuais. Segundo a avaliação sindical, essa medida fragiliza a lógica coletiva das negociações salariais, amplia desigualdades internas e abre espaço para práticas arbitrárias, transformando a flexibilização em perda de direitos e não em ampliação de garantias.
Com a retomada das negociações nos dias 28 e 29 de janeiro, os sindicatos reforçam a defesa da negociação coletiva como instrumento fundamental para garantir direitos iguais para toda a categoria e convocam os trabalhadores a acompanharem e fortalecerem a mobilização em defesa de salários justos e da manutenção dos direitos conquistados.
Fiquem atentos aos nossos comunicados! Essa é uma campanha salarial fundamental para o futuro da nossa categoria!
Bancada Nacional dos Trabalhadores do Setor de Distribuição de Combustíveis e Lubrificantes: A negociação salarial de 2026 abrange os Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo (SITRAMICO) de: Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santos, Fortaleza, Joinville, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins, Uberaba, Uberlândia e região. Além dessas entidades, também participam da negociação: a Federação Nacional dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo – FETRAMICO e áreas inorganizadas em sindicatos, a Federação dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivado de Petróleo no Estado de São Paulo - FEPETROL, SindMinérios de São José dos Campos, São Paulo, Pelotas, Campinas, Santos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Região do Grande ABC ; Sinderpetro - Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do Interior do Estado do Ceará e Sintrapetro de Florianópolis e Região- Sindicato dos Trabalhadores em Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Gás Liquefeito da Grande Florianópolis e Região.
Setor de Combustíveis e Lubrificantes: Pelo fim do teto de reajuste salarial!
A vitória só vem com união: em defesa dos acordos e convenções coletivas
Diferentemente da figura do trabalhador hipersuficiente, prevista no artigo 444 da CLT — que se aplica apenas a quem possui nível superior e salário igual ou superior a duas vezes o teto do INSS — O que as empresas representadas pelo SINDICOM tem forçado há alguns anos é algo muito mais amplo e perigoso: empurrar a negociação direta para trabalhadores acima do teto, mesmo quando eles não se enquadram como hipersuficientes.
Essa prática tem um objetivo claro: enfraquecer a Convenção Coletiva, fragmentar a categoria e reduzir o papel dos sindicatos e federações. Ao negociar individualmente reajustes salariais, as empresas tentam esvaziar o principal instrumento de proteção coletiva dos trabalhadores e impor propostas nocivas.
Por que lutar pelo fim do teto de reajuste?
Ano após ano, as empresas adotam a mesma estratégia: reduzir o número de trabalhadores alcançados pelo reajuste salarial conquistado nas normas coletivas. Ao impor tetos artificiais, o patronal busca dividir a categoria, enfraquecer a negociação coletiva e transformar o reajuste em privilégio, e não em direito. Diante desse cenário, a posição dos sindicatos do segmento de distribuição de combustíveis e lubrificantes é clara e unificada: unidade na luta. A defesa de acordos e convenções coletivas justos é a defesa de direitos iguais para todos os trabalhadores.
Trabalhadores acima do teto não são abrangidos pelas normas coletivas?
Sim, são. É importante reforçar: mesmo com a definição de um teto nas normas coletivas, os trabalhadores continuam sendo legalmente representados pelas entidades sindicais laborais. Todos os demais direitos da convenção coletiva e dos acordos coletivos permanecem válidos para todos os trabalhadores. Benefícios, adicionais, jornada de trabalho, proteção em caso de dispensa e demais regras coletivas não deixam de existir por causa da negociação salarial direta.
Bancada Nacional dos Trabalhadores do Setor de Distribuição de Combustíveis e Lubrificantes
A negociação salarial de 2026 abrange os Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo (SITRAMICO) de: Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santos, Fortaleza, Joinville, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins, Uberaba, Uberlândia e região. Além dessas entidades, também participam da negociação: a Federação Nacional dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo – FETRAMICO e áreas inorganizadas em sindicatos, a Federação dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivado de Petróleo no Estado de São Paulo - FEPETROL, SindMinérios de São José dos Campos, São Paulo, Pelotas, Campinas, Santos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Região do Grande ABC ; Sinderpetro - Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do Interior do Estado do Ceará e Sintrapetro de Florianópolis e Região- Sindicato dos Trabalhadores em Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Gás Liquefeito da Grande Florianópolis e Região
Edital de Convocação| GNLINK Distribuidora: PPR 2025
O Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do Estado do Rio de Janeiro (SITRAMICO-RJ), representado por seu Presidente, Sr. Ubiraci Pinho, na forma das disposições legais e estatutárias, convoca todos os integrantes da categoria profissional, empregados que trabalham na GNLINK Distribuidora de Gás Natural S.A., sócios e não sócios do SITRAMICO-RJ, para participarem da Assembleia Geral Extraordinária, a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia:
a) Discussão e deliberação da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho de Participação nos Resultados (PPR), exercício 2025, a ser firmado entre o SITRAMICO-RJ e a GNLINK Distribuidora de Gás Natural S.A.;
b) Assuntos gerais.
DIA, HORA E LOCAL
- Data: 21 de janeiro de 2026
- Horário: 10h
- Endereço: Rua Lauro Müller, nº 116, sala 3504 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ
Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2026
Ubiraci Pinho – Presidente
Mais...
CCT 2026 | Salário justo PARA TODOS é DIREITO, não favor!
Nos dias 13 e 14 de janeiro, os sindicatos laborais do segmento de distribuição de combustíveis e lubrificantes de todo o país estiveram reunidos no Rio de Janeiro com o SINDICOM (sindicato patronal) para a negociação das Normas Coletivas de Trabalho (convenções e acordos coletivos) de 2026. Na ocasião, as empresas responderam à pauta de reivindicações e apresentaram a contraproposta para a campanha salarial deste ano.
A campanha de 2026 é marcada por uma mobilização nacional, reunindo lideranças sindicais de todas as regiões do Brasil, em defesa de direitos históricos e da valorização da categoria.
Uma das principais lutas dos sindicatos é o fim do teto de reajuste salarial. Ano após ano, as empresas tentam excluir trabalhadores que efetivamente recebem reajustes em sua remuneração das normas coletivas. Nesta negociação não foi diferente. Além de apresentar uma proposta rebaixada, limitada ao INPC do período (3,90%), o patronal se recusou até mesmo a atualizar o valor do teto de reajuste, mantendo o patamar praticado em 2025 (R$ 11.917).
A deliberação dos trabalhadores foi clara: NADA DE PAUTA PATRONAL!
Mais lucros para as empresas, menos direitos para os trabalhadores:
Apesar do bom momento econômico vivido pelas empresas distribuidoras de combustíveis e lubrificantes, a proposta apresentada pelo patronal arrocha salários e esvazia as Normas Coletivas de Trabalho. Direitos históricos da categoria estão ameaçados! Confira alguns dos pontos em risco:
- Adicional de Periculosidade: exclui trabalhadores administrativos e operacionais que laboram em áreas de risco permanente (inflamáveis).
- Indenização Adicional por Dispensa: posterga o acesso ao benefício ao alterar faixas etárias, sem qualquer compensação.
- Troca de Feriados: autoriza compensações por acordo individual, enfraquecendo a negociação coletiva.
- Benefícios Flexíveis: propõe substituir benefícios coletivos garantidos nas normas coletivas por programas individuais, sem aprovação coletiva e podendo gerar perdas para os trabalhadores.
- Trabalho Externo: afasta o controle de jornada favorecendo os casos as Horas Extras sem pagamento.
Nem proposta de abono foi apresentada
Além do reajuste rebaixado e das tentativas de retirada de direitos, as empresas não apresentaram sequer uma proposta de abono salarial para a campanha deste ano, evidenciando o total descompromisso com a valorização dos trabalhadores.
Os sindicatos laborais repudiam a proposta apresentada. Negociação com perda não dá! Por isso, exigimos uma nova rodada, prevista para os dias 28 e 29 de janeiro, novamente em âmbito nacional. O BRASIL segue na luta! Trabalhador forte é trabalhador organizado!
Bancada Nacional dos Trabalhadores do Setor de Distribuição de Combustíveis e Lubrificantes
A negociação salarial da CCT 2026 abrange os Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo (SITRAMICO) de: Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santos, Fortaleza, Joinville, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins, Uberaba, Uberlândia e região. Além dessas entidades, também participam da negociação: a Federação Nacional dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo – FETRAMICO e áreas inorganizadas em sindicatos, a Federação dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivado de Petróleo no Estado de São Paulo - FEPETROL, SindMinérios de São José dos Campos, São Paulo, Campinas, Santos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Região do Grande ABC ; Sinderpetro - Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do Interior do Estado do Ceará e Sintrapetro de Florianópolis e Região- Sindicato dos Trabalhadores em Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Gás Liquefeito da Grande Florianópolis e Região
CCT 2026 | Todo o Brasil na luta!
Na terça-feira, 13/1, sindicatos do segmento de distribuição de combustíveis e lubrificantes estiveram reunidos com o SINDICOM, sindicato patronal, para dar início às discussões em torno da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026. O encontro teve caráter nacional, reunindo entidades sindicais de todo o Brasil.
Durante a reunião, os representantes das empresas apresentaram a primeira proposta patronal. Como reajuste salarial, foi proposto o índice de 3,90%, correspondente ao INPC do período, com a manutenção dos tetos praticados em 2025. Já em relação aos benefícios, o patronal apresentou valores de R$ 615 para o vale-alimentação e R$ 51,58 para o vale-refeição, este último condicionado a alterações prejudiciais aos trabalhadores na redação da cláusula. Ao mesmo tempo, não houve proposta de abono salarial e foram negados itens como PLR, vale-cultura, entre outros.
Todos juntos na luta!
A crítica dos sindicatos foi direta: Segundo as entidades, os trabalhadores já não suportam o teto de reajustes apresentado pelas empresas e as longas jornadas impostas, que pela CCT atual são administradas via banco de horas.
Os trabalhadores merecem reajustes dignos, conforme estabelecido na pauta entregue às empresas ao final de outubro do ano passado. É tempo de luta!
Conforme aprovado em assembleias realizadas em todo o país, a categoria reivindica reajuste salarial de 10%, com reposição integral da inflação (INPC ou IPCA, o que for maior), salário de admissão de R$ 3.500 e abono salarial de R$ 6 mil, entre outras demandas econômicas. Os sindicatos defendem a valorização dos benefícios — como vale-alimentação, vale-refeição, auxílios, adicional por tempo de serviço (ATS) e bolsas de estudo —, bem como a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução salarial. A pauta inclui também a incorporação de uma cláusula específica sobre PLR, limites à terceirização, proteção à saúde e à previdência, políticas de inclusão e a manutenção integral dos direitos históricos da categoria, entre outros temas.
Ao fim da reunião, o SINDICOM afirmou que apresentaria uma nova proposta na manhã do dia 14/1.
Trabalhador hipersuficiente: o que diz a lei e quais os riscos para os direitos coletivos
A legislação trabalhista brasileira passou a reconhecer, a partir da Reforma Trabalhista de 2017, a figura do trabalhador hipersuficiente. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é considerado hipersuficiente o trabalhador que possui nível superior completo e recebe salário igual ou superior ao dobro do teto dos benefícios do INSS.
Atualmente, o teto do INSS está fixado em R$ 8.537,55, o que significa que trabalhadores com salário-base a partir de R$ 17.075,10 (igual ou superior a duas vezes o teto do INSS), desde que tenham formação superior, enquadram-se nessa categoria. Um exemplo prático é o de um trabalhador com graduação em Administração e salário-base nesse valor ou superior, que, para a lei, passa a ser considerado hipersuficiente.
Na prática, esse enquadramento traz implicações relevantes. A legislação parte do pressuposto de que esses trabalhadores possuem maior poder de negociação individual frente às empresas. Com isso, acordos individuais firmados diretamente entre empregado e empregador podem prevalecer sobre a Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo Coletivo, o que fragiliza a proteção coletiva e pode resultar na perda de direitos historicamente conquistados pela categoria.
O tema é abordado em vídeo recente divulgado pelo SITRAMICO-RJ, no qual a diretora da entidade analisa a figura do trabalhador hipersuficiente e denuncia a estratégia patronal de segmentar a classe trabalhadora por faixa salarial, estimulando a divisão interna e enfraquecendo a organização coletiva.
Para o sindicato, salário mais alto não significa, necessariamente, maior proteção jurídica. A informação, a consciência de classe e a atuação sindical seguem sendo fundamentais para a defesa dos direitos trabalhistas e para a preservação das conquistas coletivas no setor de petróleo, gás e combustíveis.
Com reajuste de 3,9%, teto do INSS chega a R$ 8.475,55 em 2026
Fonte: GOV.BR - Os benefícios previdenciários pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valor acima do salário mínimo foram reajustados em 3,90%. A medida, definida pela Portaria Interministerial MPS/MF Nº 13 e publicada em 9 de janeiro, já está em vigor desde 1º de janeiro de 2026 e tem como objetivo manter o poder de compra dos segurados.
Com essa atualização, o teto máximo dos benefícios pagos pelo INSS foi ajustado para R$ 8.475,55. Esse reajuste também se aplica a outros auxílios especiais previstos em lei. A Portaria também atualiza os valores de referência para pensões especiais, como a devida às vítimas da síndrome da talidomida e a pensão para pessoas atingidas pela hanseníase.
Atualmente, mais de 12,2 milhões de benefícios têm valor superior ao piso nacional. De acordo com o calendário de pagamento do INSS, esses segurados começarão a receber o valor corrigido a partir do dia 2 de fevereiro. Outra atualização prevista é a diária paga ao segurado ou dependente que precisa se deslocar para exame médico-pericial ou processo de reabilitação profissional, por determinação do INSS, é de R$ 141,63.
Para os segurados que recebem o piso previdenciário, o reajuste segue o novo valor do salário mínimo nacional, que passou a ser de R$ 1.621,00. Este grupo, que beneficia aproximadamente 21,9 milhões de pessoas, receberá os pagamentos entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro. Para saber a data exata, basta verificar o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.
Valores de referência para cálculos
A portaria também estabelece que o salário de benefício (o valor usado como base para calcular a aposentadoria ou outro benefício) e o salário de contribuição (o valor sobre o qual o trabalhador contribui para o INSS) não poderão ser menores que R$ 1.621,00 nem maiores que R$ 8.475,55 a partir de 1º de janeiro de 2026.
As faixas de contribuição ao INSS para trabalhadores empregados, domésticos e avulsos também foram atualizadas. As novas alíquotas, que variam de 7,5% a 14% de acordo com a faixa salarial, são:
• 7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00;
• 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84;
• 12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;
• 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.
Essas alíquotas são referentes aos salários de janeiro e deverão ser recolhidas apenas em fevereiro, pois em janeiro os segurados pagam a contribuição do mês anterior.

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Outros benefícios com valores fixos
• O Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) – destinado a idosos e pessoas com deficiência em situação de extrema pobreza: R$ 1.621,00.
• O benefício pago a seringueiros e seus dependentes: R$ 3.242,00.
• Cota do salário-família: R$ 67,54 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.980,38.
Para os segurados que começaram a receber o benefício a partir de 1º de janeiro de 2025, o reajuste será proporcional, aplicando-se percentuais específicos conforme a data de início.
Como consultar seu benefício
Para verificar o novo valor do seu benefício, os segurados podem acessar o extrato de pagamento pelo aplicativo ou site Meu INSS, ou ligar para a Central 135.
Meu INSS: Acesse o aplicativo ou o site (meu.inss.gov.br) com seu login gov.br.
Central 135: Ligue de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília).




