No dia 2/6, o SITRAMICO-RJ esteve na unidade da Raízen para realizar uma assembleia informativa sobre a decisão da empresa de não pagar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente ao ciclo 2024/2025.

A justificativa da companhia, apresentada em reuniões anteriores nos dias 23/5 e 26/5, foi de que as metas financeiras não foram atingidas e a empresa enfrenta um momento crítico. Segundo a direção, a frustração com um projeto de sustentabilidade malsucedido agravou o cenário, resultando em um prejuízo de R$ 2,5 bilhões no fluxo de caixa e uma queda brusca no valor das ações.

Diante desse quadro, o sindicato reforçou sua atuação em defesa dos trabalhadores. A diretoria, representada pelo presidente Ubiraci Pinho e demais dirigentes, questionou a demora na divulgação das informações oficiais e cobrou alternativas concretas que contemplem os trabalhadores.

A expectativa do SITRAMICO-RJ é de que, com a venda de ativos — como usinas e a refinaria na Argentina —, a Raízen reavalie a possibilidade de oferecer algum tipo de compensação, ainda que parcial. Durante as assembleias com os funcionários, a entidade reafirmou seu compromisso com a categoria e destacou que continuará cobrando respostas e medidas que valorizem o esforço coletivo da força de trabalho.

A empresa já admitiu que os próximos dois anos serão desafiadores e que a prioridade será o reequilíbrio das contas. O SITRAMICO-RJ seguirá acompanhando cada etapa desse processo, cobrando que a crise não sirva de pretexto para penalizar os trabalhadores — que não podem arcar sozinhos com os custos das decisões da alta gestão.

No dia 21 de maio, a diretora do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do Estado do Rio de Janeiro - SITRAMICO-RJ, Jane Sant’Ana, acompanhada pelos aposentados Leny e Perry, entregou pessoalmente à Fundação Petros um ofício denunciando a não aplicação do reajuste anual aos aposentados. O mesmo documento também foi encaminhado à empresa VIBRA Energia.

A iniciativa do surgiu após o recebimento de diversas reclamações pelo sindicato de aposentados que não tiveram o reajuste aplicado em seus complementos Petros — inclusive para faixas salariais até R$ 11.917,00.

Em contato telefônico com o SITRAMICO-RJ, a empresa informou que, neste ano, não manteria a política de isonomia adotada em exercícios anteriores. A decisão atinge tanto os trabalhadores da ativa com salários acima do teto da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), quanto os aposentados não repactuados, o que, para o sindicato, representa um grave retrocesso e uma ação discriminatória.

O SITRAMICO-RJ repudia qualquer tipo de tratamento desigual. A diretoria do sindicato reforça que tem defendido, em todas as mesas de negociação, a aplicação de reajustes e benefícios de forma equânime, sem distinções por cargo, função ou faixa salarial. O atual modelo tem promovido o achatamento dos salários mais altos sob a justificativa de “justiça social”, por parte da empresa, ao passo que desobriga a companhia de garantir os direitos adquiridos a todos.

Diante disso, o SITRAMICO-RJ cobra da VIBRA as seguintes providências:

  • Esclarecimento sobre a tabela salarial enviada à Fundação Petros, prática habitual após cada negociação coletiva;
  • Manutenção da isonomia para todos os empregados ativos, independentemente do nível salarial, como forma de reconhecer o esforço coletivo da categoria;
  • Aplicação do reajuste aos aposentados não repactuados da Petros, trabalhadores que contribuíram diretamente para a construção da empresa que a VIBRA representa hoje.

O SITRAMICO-RJ aguarda resposta oficial e reafirma sua confiança de que a VIBRA manterá sua responsabilidade social e o respeito com os trabalhadores da ativa e aposentados que ajudaram a consolidar sua trajetória.

 

 

 

O SITRAMICO-RJ informa que, no dia 28/05/2025 (quarta-feira), às 14h, será realizada a reunião dos aposentados da VIBRA Energia, antiga BR Distribuidora.

Pauta do encontro:

  • Atualização das ações coletivas
  • Reajuste dos não repactuados
  • Informes gerais

A reunião será realizada em formato híbrido. Quem desejar participar de forma presencial deve se dirigir à sede do Sindicato, localizada na Rua México, nº 11, grupo 501 - no Centro do Rio. Nos próximos dias, divulgaremos o link para participação virtual.

Fonte: Rede TVT - A desigualdade no Brasil chegou ao menor índice da série histórica. A razão entre o rendimento do 1% mais rico da população e os 40% mais pobres caiu para 36,2 vezes. Em 2019, essa essa diferença era de 48,9. Já o rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil atingiu, em 2024, o maior valor da série histórica, iniciada em 2012: R$ 2.020. Entenda na TVT News.


O dado de rendimento representa um crescimento de 4,7% em relação a 2023 e de 19,1% frente a 2012, segundo os dados divulgados nesta quarta-feira (8) pelo IBGE, por meio do módulo “Rendimento de Todas as Fontes” da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

Também foi recorde a massa de rendimento mensal domiciliar per capita, que chegou a R$ 438,3 bilhões, um aumento real de 5,4% em relação a 2023 e de 15% frente a 2019, último ano antes da pandemia de Covid-19. O avanço é atribuído principalmente à retomada do mercado de trabalho e políticas, com crescimento do número de ocupados e do rendimento médio, que chegou a R$ 3.225 — maior valor da série.


“A melhora nos indicadores (desigualdade e renda) se deve, em grande parte, ao dinamismo do mercado de trabalho e ao crescimento mais acentuado da renda nos segmentos de menor rendimento”, analisa Gustavo Fontes, pesquisador do IBGE.


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Desigualdade em queda

Outro destaque foi o rendimento de todas as fontes — que inclui trabalho, aposentadorias, pensões, programas sociais, aluguéis, aplicações financeiras e outros — que também registrou seu maior patamar: R$ 3.057, com alta de 2,9% em comparação a 2023. O rendimento proveniente de programas sociais do governo chegou a R$ 836, também um recorde.

As desigualdades de renda apresentaram reduções significativas. O índice de Gini, que mede a concentração de renda (quanto mais próximo de 0, maior a igualdade), chegou a 0,506, o menor da série histórica. Em 2018, esse índice havia atingido o pico de 0,545. Além disso, a razão entre o rendimento do 1% mais rico da população e os 40% mais pobres caiu para 36,2 vezes, também o menor nível já registrado. Em 2019, essa diferença era de 48,9 vezes.

A pesquisa também revelou que o percentual de brasileiros com algum tipo de rendimento chegou a 66,1% da população (ou 143,4 milhões de pessoas), número também recorde desde o início da série.

Por região e desigualdade

O levantamento aponta desigualdades regionais persistentes. O Sul teve o maior rendimento mensal per capita (R$ 2.499), seguido pelo Sudeste (R$ 2.449) e pelo Centro-Oeste (R$ 2.427). O Nordeste permanece com o menor valor (R$ 1.319), com destaque negativo para o Maranhão (R$ 1.078), Ceará (R$ 1.210) e Amazonas (R$ 1.231). Já o Distrito Federal lidera o ranking nacional, com rendimento per capita de R$ 3.276.

massa de rendimento segue concentrada na Região Sudeste, que representa quase metade do total nacional (R$ 217,4 bilhões). Sul e Nordeste aparecem em seguida, com cerca de R$ 77 bilhões cada.

Apesar disso, Nordeste (11,1%) e Sul (11,9%) foram as regiões que mais avançaram em massa de rendimento entre 2023 e 2024. Já o Norte teve uma leve queda (-1,0%) no rendimento médio.

Composição da renda

A maior parte da renda dos brasileiros ainda vem do trabalho, responsável por 74,9% do rendimento domiciliar per capita em 2024. Essa participação está em ascensão, mas ainda abaixo do pico de 76,9% registrado em 2014. Já os programas sociais representaram 3,8% do total — valor acima do período pré-pandemia, mas bem abaixo do pico de 5,9% em 2020.

Entre os rendimentos de outras fontes, a aposentadoria e pensão lideram, com média de R$ 2.528, apesar de queda na participação relativa (de 17,5% em 2023 para 16,8% em 2024). A categoria “outros rendimentos” — que inclui seguro-desemprego, bolsas de estudo e aplicações financeiras — teve o maior aumento percentual, crescendo 12% no ano.


Principais números e indicadores – PNAD Contínua 2024 (IBGE)

  • Rendimento mensal domiciliar per capita: R$ 2.020 (recorde da série, +4,7% em relação a 2023)
  • Massa de rendimento domiciliar per capita: R$ 438,3 bilhões (recorde, +5,4% em relação a 2023)
  • Rendimento médio de todas as fontes: R$ 3.057 (+2,9% em relação a 2023)
  • Rendimento médio do trabalho: R$ 3.225 (recorde da série)
  • Rendimento médio de programas sociais: R$ 836 (recorde da série)
  • População com algum rendimento: 143,4 milhões (66,1% da população)
  • Índice de Gini: 0,506 (menor da série desde 2012)
  • Razão entre 1% mais rico e 40% mais pobres: 36,2 vezes (menor da série)
  • Região com maior rendimento per capita: Distrito Federal (R$ 3.276)
  • Estado com menor rendimento per capita: Maranhão (R$ 1.078)
  • Participação do trabalho na renda domiciliar: 74,9%
  • Participação de programas sociais: 3,8%
  • Aposentadoria e pensão (média): R$ 2.528
  • Rendimento de “outras fontes” com maior aumento: +12% frente a 2023

Fonte: Brasil de Fato | Com a temporada de declaração do Imposto de Renda (IR) em andamento, muitos brasileiros têm percebido que o valor da restituição deste ano está mais baixo do que em anos anteriores. Mas, afinal, o que determina esse valor? E por que, em alguns casos, ele pode ser menor?

Em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato, Cíntia Senna, contadora e doutoranda em educação financeira, explica que a restituição do IR ocorre após um ajuste entre o imposto descontado ao longo do ano e o que realmente deveria ser pago com base na renda declarada.

“Quando você recebe o salário, já tem um desconto automático do IR. Na declaração, é feito um ajuste para ver se o valor pago ao longo do ano foi correto”, esclarece.

O problema está na falta de correção da tabela do Imposto de Renda. Senna destaca que, embora os salários aumentem com a inflação ou dissídio, a tabela do IR não acompanha esse reajuste, o que pode resultar em um pagamento maior de impostos. Como a tabela não é corrigida anualmente, muitas pessoas acabam pagando mais imposto do que deveriam. “Por isso, a sensação de que a restituição está menor ou, para algumas pessoas, de um pagamento maior”, afirma.

De acordo com ela, existe uma prerrogativa de correção da tabela de Imposto de Renda, mas “isso está sendo cada vez mais adiado” pelo governo.

Diante disso, a contadora orienta que, na hora de fazer a declaração, a pessoa analise os seus gastos para escolher o tipo de declaração mais vantajoso. Para quem tem despesas como médicos, educação ou dependentes, pode ser interessante optar pela declaração com deduções legais, em vez de aproveitar o desconto simplificado, de 20% (limitado a R$ 16 mil). “Isso pode reduzir a base de cálculo do imposto e, consequentemente, diminuir o valor a ser pago ou aumentar a restituição”, aconselha.

Senna sugere ainda que as pessoas aproveitem o momento para revisar seus gastos e considerar a utilização de estratégias como a contribuição para previdência privada, que pode ajudar a reduzir o impacto do imposto.

O SITRAMICO-RJ informa que de 5 a 30 de maio receberá a documentação para a Renovação de Bolsas de Estudos dos trabalhadores (as) das empresas distribuidoras de lubrificantes e combustíveis, conforme descrito na cláusula 17 da CCT 2025.

Este prazo é destinado ao envio da documentação pelos trabalhadores que já foram contemplados com a Bolsa de Estudos em 2024. Conforme conquistado nas negociações deste ano, será pago o valor unitário de R$ 715 para auxiliar no custeio de educação dos (as) trabalhadores (as) ou seus dependentes.

Para renovar, você deve entregar o comprovante de matrícula, Recibo ou declaração (colégio, curso pré-vestibular ou instituição de ensino superior, constando a série que o bolsista inscrito está cursando em 2025) ao diretor do sindicato da sua unidade. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco pelo 21 3231-2700.

Importante: Terminado o prazo, o SITRAMICO-RJ, efetuará a verificação da documentação apresentada e, estando em conformidade com o estabelecido, efetuará o pagamento de cheques nominativos, através dos diretores de base, em conformidade com o estabelecido na CCT 2025.

 

Sociedade Brasileira de Psicanálise Contemporânea.

 O SITRAMICO-RJ informa que firmou um convênio com a Sociedade Brasileira de Psicanálise Contemporânea. 

Rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1864 - Conjunto B - Centro, Nilópolis-RJ

Descontos em : Terapias individuais 20%, Terapia em casal 15%, Terapia em grupo 15%, Curso em Psicanálise 20%, Outros cursos 15%

Contato: (21) 99672-4223

 

 

Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), constatou que 3 de 17 capitais brasileiras apresentaram redução no custo médio da cesta básica no mês de março.  De acordo com a pesquisa, em Aracaju (SE), a queda foi de 1,89%, enquanto em Natal (RN) os itens da cesta básica tiveram redução de 1,87%  e, em João Pessoa (PB), de 1,19%.

Já os maiores aumentos foram registrados em Curitiba (PR), com 3,61%, Florianópolis (SC), com 3%, e Porto Alegre (RS), com 2,85%.

São Paulo (SP) continua sendo a capital onde a cesta básica é mais cara, com preço médio de R$ 880,72. Em seguida, entram no ranking Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis e Porto Alegre .

Ainda conforme a pesquisa do Dieese, as regiões Norte e Nordeste foram as que registraram o menor custo médio da cesta básica. Além de Aracaju, o menor preço médio nacional, se destacaram as capitais João Pessoa, Recife (PE) e Salvador (BA).

Entre os motivos que explicam o aumento do custo médio das cestas, estão os preços do café, que teve aumento em todas as capitais, do leite integral e do tomate. Já o preço do quilo da carne bovina caiu em 15 capitais, exceto em Recife e João Pessoa.

De acordo com o Dieese, o salário mínimo deveria ser de R$ 7.398,94 para suprir as necessidades de uma família, como alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Deliberar e fiscalizar a gestão e os investimentos do segundo maior fundo de pensão do país não é algo trivial. Afinal de contas, são R$ 135 bilhões em patrimônio e 133 mil participantes e assistidos divididos em 24 planos. É uma responsabilidade enorme: garantir que, após décadas de dedicação, esses trabalhadores e suas famílias tenham a tranquilidade que merecem. Mas essa responsabilidade já faz parte do nosso cotidiano há muitos anos.

Nós quatro somos trabalhadoras e trabalhadores que já representam dezenas de milhares de empregados nas duas maiores empresas do Brasil, a Petrobrás e a Vibra/BR, além das demais empresas do sistema Petrobrás: TRANSPETRO, TBG, PBio, Termobahia, ANSA e outras subsidiárias.

Para o Conselho Deliberativo, apresentamos como candidatos Adaedson Costa e Ana Paula Baião (Dupla 51). Adaedson é técnico de operações da RPBC, foi coordenador-geral do Sindipetro-LP e, atualmente, é coordenador-geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). Foi Vice-Presidente Administrativo do Clube 2004 CEPE – Clube dos Empregados da Petrobrás de Santos. Advogado e pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho, há anos acompanha de perto a Petros, participando tanto do GT Petros quanto da Comissão Quadripartite, onde está sendo elaborada uma proposta para o fim dos equacionamentos. Ana Paula Baião, assistente social da Petrobrás, é diretora da FNP e do Sindipetro-RJ, entidade de vanguarda na luta dos petroleiros aposentados.

Para o Conselho Fiscal, apresentamos Paulo Cesar Martin (PC) e Jane Sant’Ana (Dupla 62). Paulo Cesar, petroleiro desde 1984, tem uma longa trajetória de atuação na Petros, participando das diretorias da FUP e da ANAPAR voltadas à seguridade. Organizou e liderou lutas históricas, como a que barrou o Plano Petrobrás Vida – PPV (2000), e a que encerrou o PED Assassino (2018). Atualmente, também integra o GT Petros e a Comissão Quadripartite. Jane, empregada da BR desde 1999 e depois da Vibra, é dirigente sindical na representação dos trabalhadores do Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo do RJ, incluindo os da Vibra Energia e Liquigás. Atua ativamente nas pautas de Planos de Saúde e Previdência da categoria.

Embora sejamos duas duplas concorrendo a cargos distintos, atuaremos como uma equipe unida na Petros. Juntos formamos a chapa “Petros para os Participantes”. Cada um dentro de suas atribuições institucionais, mas sempre de forma complementar, para atuar no melhor interesse dos participantes e assistidos da Petros.

Nossa candidatura nasce do apoio das representações legítimas dos participantes e assistidos, com o respaldo inédito de Federações, Sindicatos e Associações da categoria. Não somos candidatos de nós mesmos. Exerceremos nossos mandatos em sintonia com essas entidades e, consequentemente, com todos os participantes e assistidos — com transparência e contato direto, olho no olho. A unidade entre essas entidades já gerou conquistas concretas para os participantes da Petros: o pagamento da dívida dos pré-70 por parte da Petrobrás; a Paridade Plena, com a Petrobrás e a VIBRA/BR passando a contribuir paritariamente com os assistidos, inclusive nos equacionamentos; o fim do Plano Petrobrás Vida; o encerramento do PED 2015, o PED assassino; entre tantas outras vitórias. Sem contar avanços em outras áreas, como a volta do 70x30 na AMS, que aliviou a vida de milhares de beneficiários do plano.

Por isso, vote nos candidatos da Chapa “Petros para os Participantes”: por um Conselho Deliberativo e um Conselho Fiscal em total sintonia com os interesses de todos os participantes e assistidos da Petros.

Sexta, 04 Abril 2025 17:46

CCT 2025 | Mantenha a nossa luta viva!

O SITRAMICO-RJ informa que, de acordo com o deliberado na assembleia de aprovação de pauta realizada em outubro de 2024, será cobrada na folha de pagamento de abril de 2025 a contribuição assistencial.

A continuidade da luta sindical depende da contribuição da categoria!

Conforme deliberado em assembleia realizada em outubro de 2024, será cobrada, na folha de pagamento de abril de 2025, a contribuição assistencial, com os seguintes valores: R$ 150 para trabalhadores não associados e R$ 60 para associados.

Os trabalhadores não associados que desejarem se opor ao desconto deverão formalizar sua oposição de forma presencial, no período de 7 a 17 de abril, nos dias e horários a seguir:

  • Unidade Centro (RJ) - Rua México 11, grupo 501 - Centro - RJ: Segunda, quarta e quinta-feira, das 09h às 12h e das 13h às 14h.
  • Unidade Caxias - Rua Tenente José Dias 133 - Duque de Caxias: Terça-feira, das 09h às 12h e das 13h às 14h; sexta-feira, das 09h às 12h e das 13h às 14h.

Importante: ambas as unidades permanecem fechadas durante o horário de almoço, das 12hàs 13h

 

A Diretoria